Sábado, 13 de Novembro de 2010

(Fotografia de rikkirik, no photobucket. Todos os direitos reservados)

 

Nunca são insignificantes, as memórias. E nunca somos capazes de as retirar dos seus lugares originais. Nada resulta: não nos é possível esquecê-las, tão pouco conseguimos sobrepor novas memórias. Não funciona assim; de pouco adianta iludirmo-nos e tentarmos convencer-nos de que isso irá acontecer. Não irá, o tiro sairá pela culatra e perceberemos isso quando for tarde de mais e não o conseguirmos evitar.



publicado por r. às 09:49 | ligação | comentar

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