Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010

("Waterjump"; forografia de Edmunds Brencis, no site Hongkiat. Todos os direitos reservados)

 

Mas podemos também concluir que não há uma resposta definitiva, que tudo é perene, que a vida é feita de momentos e que a única variável a considerar é o tempo que dura cada um desses momentos. Nessa perspectiva, não existirá nada como um trabalho certo ou uma pessoa certa - existirá, sim, um trabalho que nos realiza a dada altura da vida, e uma pessoa ideal para nos acompanhar durante uma fase, mais ou menos longa, mas necessariamente finita. Se aquilo que procuramos é uma resposta definitiva, então esta visão é angustiante: a resposta existe, mas depende. Isto não quer dizer que a vida, afinal, não funcione por eliminação: quer dizer, sim, que a vida acaba por ser uma longa sequência de eliminações.



publicado por r. às 09:07 | ligação | comentar

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