Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

(Fotograma de Le Fabuleux Déstin D'Amélie Poulain (20019, filme de Jean-Pierre Jeunet)

 

Hoje, resta-nos o silêncio. Algo que não era impresivível, dado o nosso início fulgurante. Ou melhor: dado o meu início fulgurante, fruto de um entusiasmo assente em vidro muito frágil. Entre nós, existiam (existem) semelhanças, não compatibilidades; e os conceitos não não sinónimos. Os gostos e os interesses que partilhamos significam por isso apenas a coincidência, e nada mais. Não se constrói uma relação com base nas semelhanças, como não se constrói o que quer que seja com base na coincidência (para além de teorias da conspiração). Claro que não chegámos sequer às imediações do "pensar em construir algo", mas a ideia serve para sustentar outra tese: a de que é muito fácil iludirmo-nos. No fundo, é disso que eu estou sempre a falar.



publicado por r. às 09:34 | ligação

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