Sexta-feira, 5 de Novembro de 2010

(Castelo de Carreg Cennen, no País de Gales. Fotografia de autor desconhecido)

 

Há muros que desabam ao primeiro contacto, que desde o início abrem o território até então guardado. Que nos dizem: a tua presença aqui é bem vinda. Outros há que caem, mas a seu tempo: é para isso necessário um laborioso trabalho juntamente com uma considerável dose de espontaneidade. E há aqueles muros que nunca caem, que jamais cairão, que intempérie alguma os fará desabar ou ceder passagem. Há muros que vedam um território onde a nossa presença não é vista como um prazer ou um incómodo: ela simplesmente não é esperada, ou sequer considerada. Não lhe conseguimos chegar.



publicado por r. às 08:56 | ligação | comentar

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