Domingo, 28 de Novembro de 2010

("Tram 26"; fotografia de José Manuel Antunes, no seu blogue pessoal. Todos os direitos reservados)

 

Hoje, caminhamos pelas mesmas ruas e não o sabemos. Imaginamos como seria um reencontro que jamais terá lugar. Pensamos em inúmeras possibilidades impossíveis. Vemos na nossa mente caminhos que nos foram vedados, por nós mesmos. Há tanto tempo. Sem surpresas: fechámos todas as portas com estrondo, e fizemos questão de perder todas as chaves que as poderiam abrir. Hoje, quando caminhamos pelas mesmas ruas, pensamos em nós e ficamo-nos pelo que fomos: o que poderíamos ter sido, como sempre, pertence ao domínio da ficção.



publicado por r. às 10:29 | ligação | comentar

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