Sábado, 11 de Dezembro de 2010

("Wishing for a miracle"; fotografia de Zoe Lauren, no flickr. Todos os direitos reservados)

 

Há coisas que têm o seu tempo. Que são, por natureza, irrepetíveis: e isso quer dizer não só que não as podemos tornar a fazer, como também que podemos nunca as fazer de todo, assim deixemos passar o momento certo, a circunstância certa, a pessoa certa. Não adianta arriscarmos um regresso, voltar atrás, fazer amanhã o que queríamos ter feito ontem. Não será a mesma coisa: não seremos mais os mesmos, tudo o que teria dado sentido àquilo em tempos esboroou-se, desapareceu. O esforço, esse, será uma perda de tempo, uma tentativa amarga de agarrar uma nostalgia que já não existe.



publicado por r. às 09:15 | ligação

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